Cidade, território e pessoas no centro das decisões públicas.
Pensar Petrópolis é uma iniciativa que nasce da escuta e do diálogo público para enfrentar os desafios socioambientais de forma integrada, humana e preventiva.
Mais do que discutir desastres após sua ocorrência, o projeto propõe refletir sobre como decisões públicas, planejamento urbano e cuidado com as pessoas podem reduzir riscos, proteger vidas e fortalecer a resiliência coletiva.
Petrópolis, marcada por desastres socioambientais recorrentes, torna-se território de partida para uma construção que dialoga com o presente e aponta caminhos para o futuro.
Com eixos identificados, três projetos em execução: Juventude Climática, Design Urbano e Adaptações às Mudanças Climáticas e Saúde Mental e Desastres.
O Pensar Petrópolis se estrutura a partir de diálogos públicos e comunitários, reunindo diferentes atores do território para compartilhar experiências, identificar vulnerabilidades e construir propostas concretas.
A metodologia parte de alguns princípios fundamentais:
A prevenção começa antes da tragédia.
Quem vive o território precisa participar da decisão.
Dados técnicos e saberes locais se complementam.
Políticas públicas só se sustentam quando fazem sentido na vida real.
Os encontros realizados geram relatórios técnicos, sínteses coletivas e a Carta de Petrópolis, documentos que registram prioridades, consensos e recomendações para uma cidade mais segura, saudável e resiliente.
O futuro começa agora, com quem vai vivê-lo.
Um dos eixos centrais do Pensar Petrópolis. O projeto Juventude Climática reconhece que jovens não são apenas impactados pelas mudanças climáticas, mas também atores estratégicos na construção de soluções.
Este eixo busca:
Denise Tarin.
Ao incluir jovens nos processos de diálogo, o projeto contribui para formar uma geração mais preparada para lidar com crises, exigir políticas públicas responsáveis e construir cidades mais justas, afirma Denise Tarin.
Design Urbano e Adaptações às Mudanças Climáticas
O eixo de Design Urbano parte da compreensão de que o modo como a cidade é planejada, ocupada e mantida influencia diretamente os riscos socioambientais. No Pensar Petrópolis, o debate sobre urbanismo envolve:
Infraestrutura, drenagem e reflorestamento.
Ocupação do solo e áreas de risco.
Mobilidade e acessibilidade.
Acesso a cidade.
Mais do que soluções técnicas isoladas, o projeto propõe uma leitura sistêmica do território, considerando aspectos ambientais, sociais e humanos. Planejar a cidade é, antes de tudo, um ato de responsabilidade pública.
Saúde Mental e Desastres
Desastres não terminam quando a água baixa ou os escombros são removidos. Eles deixam marcas profundas nas pessoas, nas famílias e na comunidade. O eixo de Saúde Mental e Desastres reconhece que:
Ao integrar esse tema aos diálogos públicos, o Pensar Petrópolis amplia o olhar sobre prevenção, colocando a vida em sua dimensão física, emocional e social no centro das decisões.
Como resultado dos diálogos realizados, foi construída a Carta de Petrópolis, documento que consolida princípios, prioridades e diretrizes para políticas públicas voltadas à segurança humana, à prevenção de desastres e à justiça socioambiental.
A Carta representa:
A síntese de múltiplas vozes.
O compromisso com decisões baseadas em evidências.
A valorização da participação social.
A defesa da vida como eixo central da ação pública.
Prevenir é decidir antes. Decidir é assumir responsabilidade.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com as nossas Política de Privacidade e ao continuar navegando, você concorda com estas condições.